Adventistas Gays

Movimento Adventista Homossexual

Casamento gay reúne 600 pessoas no Rio de Janeiro

Posted by Pr. Adventista Gay em 2011, 22 de junho

Cerimônia que registrou a união estável de 43 casais homoafetivos teve champanhe, lágrimas, “Emoções”, de Roberto Carlos, e foi encerrada com “New York, New York”.

Casamento coletivo gay no Rio de Janeiro

Casamento coletivo gay no Rio de Janeiro

Após duas horas de cerimônia, 43 casais homossexuais tiveram suas uniões estáveis registradas no Rio de Janeiro. No primeiro casamento coletivo gay do país, o auditório da secretaria estadual de Direitos Humanos, no sétimo andar do prédio da Central do Brasil, ficou lotado de amigos e familiares dos noivos. Todas as 400 cadeiras foram ocupadas, e cerca de 200 pessoas assistiram de pé à cerimônia. Os casais foram chamados um a um pelo desembargador Siro Darlan. Depois do sim e do beijo, assinaram o compromisso e ganharam taças de champanhe.

Não faltaram lágrimas, nem entre os casais nem entre as famílias. Os noivos entraram ao som de Emoções, de Roberto Carlos, cantada pela transexual Jane de Castro. No encerramento da cerimônia, convidou o secretário estadual de Ambiente, Carlos Minc, para dançar com ela ao som de New York, New York. O figurino foi variado, como era de se esperar. Havia casais de noivas vestidas de branco, de noivos de smoking, mas a maioria optou por trajes menos convencionais.

Lea Carvalho, de 42 anos, casou-se com Maria Luiza Santos, de 39, e disse que a atitude foi política. “Quisemos participar desse casamento pela visibilidade. Nosso objetivo é apoiar a causa LGBT. Estamos aqui como forma de mostrar que não aceitamos ser tratadas como cidadãs de segunda classe. Não queremos mais ou menos direitos. Queremos direitos iguais”, disse.

Depois de ter sua união suspensa por um juiz de Goiânia, o jornalista Liorcino Mendes, de 47 anos, e o estudante Odílio Torres, de 23,  aproveitaram a ocasião para se casar de novo. Foi especialmente para eles que Siro Darlan disse a frase que resume seu pensamento sobre a atitude do juiz goiano. “O que Deus uniu o homem não pode separar”. Odílio contou que desde o início da polêmica, os irmãos têm sofrido chacota na escola, ele perdeu o emprego e deixou de ser bem recebido na Assembleia de Deus que frequentava. “Você vê o que é o preconceito no país. Um casal gay ter que casar duas vezes”, queixou-se. Ele afirma, no entanto, que isso ficou no passado e que por causa da confusão fará duas luas de mel: uma na parada gay de São Paulo, outra na do Rio de Janeiro.

Fonte: As informações são da página da Veja na internet.

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